Confuso com minha pergunta? Consigo entender perfeitamente, pois estamos acostumados a pensar somente na chegada à vida adulta produtiva, e não enquanto futuramente a chegada a etapa de um envelhecimento que muitas vezes se apresenta de uma forma um tanto ou quanto nebulosa para a maioria dos indivíduos.
E pensamentos do tipo “depois eu penso nisso”, acabam se tornando mais comuns do que deveriam, por uma sensação de que tudo isso está muito longe. Mas não está, digo isso com conhecimento de causa.
Tenho conversado muito com meus clientes sobre como pretendem viver suas próximas décadas. Isto porque a longevidade hoje já é uma realidade. E graças a estes avanços médico-científicos, precisamos cuidar não só da saúde do corpo, mas desta busca contínua por um propósito e sentido existencial. Sem isso, estaremos destinados ao uso cotidiano de estratégias medicamentosas que restaurem nosso equilíbrio e nosso senso de validade.
É claro que estas indicações são muitas vezes necessárias, mas como sempre digo e afirmo, remédios não “curam a alma”. Eles são importantes sim em determinadas situações, mas é fundamental que para além disso, a vida faça sentido.
Já me encontro há algum tempo na categoria ‘idosa’, e posso lhes afirmar que vez por outra esta denominação me soa estranha. O tempo simplesmente passou rápido demais. E busco a cada dia novos propósitos para minha existência, que espero dure ainda um bom tempo. E além do conhecimento técnico, me vejo utilizando minha própria experiência para conversas fundamentais. Precisa ser assim, quer sejamos jovens ou ‘idosos’.
Se você gostaria de conversar sobre tudo isso e muito mais, entre em contato. Vamos falar sobre o que importa: você! 

estarei aqui para te ouvir.
Monica Cristina Guberman
Psicóloga Clínica
Orientação de Pais
Manejo de Crises
CRP 06-84011
