Não aceite “migalhas afetivas”

Resolvi escrever hoje sobre uma questão bastante delicada: relacionamentos amorosos. Temática esta que dá “pano pra manga”. E como dá.
Em muito poucas décadas, a forma como os indivíduos se relacionam e como buscam estruturar (ou não) estes relacionamentos, mudou bastante. Mas se existe algo que não mudou, é a “tal busca pela felicidade”. Isto é e continuará a ser universal.
No entanto, vejo como que um redirecionamento e uma resignificação desta busca, que acaba por objetivamente trazer certos “parâmetros de exigência” ‘para baixo’, quando o que antes era fundamental e sem o qual eu não daria prosseguimento, se torna em alguns momentos, um “artigo de luxo”, por assim dizer. Eu estou falando do estabelecimento de um compromisso de longo prazo.
Posso eventualmente ser alvo de críticas quando abordo este ângulo de tão complexa questão, e tudo bem, mas embora tenhamos alcançado inúmeras mudanças sociais e comportamentais, as necessidades emocionais básicas dos indivíduos continuam as mesmas desde tempos remotos. E assim permanecerão, essa a nossa natureza humana.
E aí fica uma importante pergunta: como conciliar minha independência e autonomia, com a manutenção de um relacionamento comprometido? Eis a questão, eis a pergunta que mesmo que quisesse, não poderia calar.
Vamos conversar sobre isso tudo e muito mais? Aguardo você, conte comigo nesta jornada 🙋‍♀️📕👋
Monica Cristina Guberman
Psicóloga Clínica
Saúde Mental da Mulher
Orientação de Pais
Manejo de Crises
CRP 06-84011