Que tempos são esses que estamos atravessando?
Não, não sou saudosista a ponto de acreditar que devemos retroceder em nossas conquistas histórico-cientificas, de forma alguma! Mas é impossível não questionarmos para onde nossa civilização e humanidade está nos conduzindo.
Esta frase me fez pensar absurdamente no quanto o valor das coisas, o sentido das experiências, a validade da permanência, a solidez dos laços afetivos e das relações amorosas, tudo isso e muito mais, como que “se dissolvem no ar” com uma facilidade que assusta e trás enorme perplexidade.
Por essência, temperamento e escolha, me recuso a perder a esperança na Humanidade, mas confesso que embora determinada a praticar o meu ofício até “bem velhinha”, e até por conta disso, temo e receio pelo destino das coisas.
E faço aqui mais uma vez um movimento de reflexão sobre tudo isso. Questionamentos que não calam nunca, reflexões que ‘gritam a plenos pulmões’ na direção dos quatro cantos do mundo, uma das coisas que sei fazer de melhor. E conto com vocês galera, para continuarem a se colocar numa posição de ‘inquieta contestação’ perante os caminhos de nossa jornada. Nosso futuro depende enormemente disso. Pensem nisso com carinho 
Monica Cristina Guberman
Psicóloga Clínica
Saúde Mental da Mulher
Saúde Mental no Trabalho
Orientação de pais
Atendimento a Idosos
CRP 06-84011
